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December 8, 2025

Conheça o canal de suporte ao rastreio da DPOC da AstraZeneca

   
   
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Um aliado na detecção da DPOC, uma questão também do coração¹ ²

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma condição subdiagnosticada e de alta relevância epidemiológica, que afeta cerca de 480 milhões de pessoas em todo o mundo,³ sendo, aproximadamente, 14 milhões de brasileiros com mais de 40 anos.⁴ ⁵

• 7 em cada 10 pacientes podem não saber que têm a doença⁶
• ~50% das exacerbações não são percebidas pelo paciente, mesmo com a piora do estado de saúde.⁷

No país, a DPOC ocupa a 5ª posição entre as principais causas de morte⁸, com quase 500 mil novos casos anuais.⁹

Do risco elevado para eventos cardiovasculares (CVs)¹⁰ à alta taxa de mortalidade devido a causas CVs¹¹–¹⁴, a correlação entre ambos, graças ao impacto sistêmico que exerce, faz com que a doença seja também uma necessidade urgente do cardiologista.

Evidências apontam risco duas vezes maior de infarto agudo do miocárdio nos primeiros cinco dias após uma exacerbação.¹⁰ Além disso, mesmo exacerbações moderadas estão associadas ao aumento de 17% no risco de morte por DPOC e de 23% no risco de morte cardiovascular, com efeitos residuais que podem persistir por até um ano após o evento agudo.¹⁵

Dados como esses reforçam a interdependência entre os sistemas pulmonar e cardiovascular e a necessidade de uma abordagem integrada, que inclua o cardiologista no manejo do paciente com DPOC.

Diante dessa realidade, o diagnóstico precoce e o manejo proativo tornam-se pilares fundamentais do tratamento da DPOC. O programa iDetect foi desenvolvido pela AstraZeneca como ferramenta de apoio ao rastreio e à estratificação de risco, reunindo duas calculadoras complementares: o questionário PUMA, que identifica pacientes com indicação para espirometria, e o Check-list de risco de exacerbação, que avalia o risco de novas exacerbações em indivíduos já diagnosticados.

A utilização dessas ferramentas permite uma intervenção mais oportuna, capaz de reduzir complicações cardiovasculares e ajudar a modificar a trajetória natural da DPOC.¹⁶

Acesse agora o iDetect e tenha acesso às ferramentas.

Referências

  1. Barnes PJ, Burney PGJ, Silverman EK, Celli BR, Vestbo J, Wedzicha JA, et al. Chronic obstructive pulmonary disease. Nat Rev Dis Primers. 2015 Nov 26;1:15076. doi: 10.1038/nrdp.2015.76.
  2. Morgan AD, Zakeri R, Quint JK. Defining the relationship between COPD and CVD: what are the implications for clinical practice? Ther Adv Respir Dis. 2018;12:1753465817750524. doi: 10.1177/1753465817750524.
  3. Boers E, Barrett M, Su JG, Benjafield AV, Sinha S, Kaye L, et al. Global burden of chronic obstructive pulmonary disease through 2050. JAMA Netw Open. 2023 Dec 1;6(12):e2346598. doi: 10.1001/jamanetworkopen.2023.46598.
  4. Menezes AMB, Jardim JR, Pérez-Padilla R, Muino A, Lopez MV, Valdivia G, et al. Prevalence of chronic obstructive pulmonary disease and associated factors: the PLATINO Study in Sao Paulo, Brazil. Cad Saude Publica. 2005 Sep-Oct;21(5):1565-73.
  5. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pirâmide etária da população brasileira [Internet]. Disponível em: https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18318-piramide-etaria.html. Acesso em: 10 nov 2025.
  6. Rabahi MF, Cukier A, Cavalcante AG, Stelmach R, Capone D. Severe exacerbations of chronic obstructive pulmonary disease: prognostic factors in a Brazilian cohort. J Bras Pneumol. 2012 Nov-Dec;38(6):738-45.
  7. Leidy NK, Murray LT, Monz BU, Barber M, Seifer FD, Lowe J, et al. Performance of the EXAcerbations of Chronic Pulmonary Disease Tool patient-reported outcome measure in three clinical trials of chronic obstructive pulmonary disease. Ann Am Thorac Soc. 2014 Mar;11(3):316-25.
  8. Queiroz M, Leite DF, Ferreira SD, Sá MP, Pizzichini MMM, Pizzichini E. The relationship between respiratory symptoms and quality of life in patients with chronic obstructive pulmonary disease. Int J Chron Obstruct Pulmon Dis. 2014 Dec 17;10:1-6. doi: 10.2147/COPD.S70822.
  9. Ministério da Saúde, Instituto Nacional de Câncer (INCA). Mortalidade no Brasil: carga do tabagismo [Internet]. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/observatorio-da-politica-nacionalde-controle-do-tabaco/dados-e-numeros-do-tabagismo/mortalidade-no-brasil. Acesso em: maio 2024.
  10. Donaldson GC, Seemungal TA, Bhowmik A, Wedzicha JA. Relationship between exacerbation frequency and lung function decline in chronic obstructive pulmonary disease. Chest. 2010 Apr;137(4):1091-7. doi: 10.1378/chest.09-1584.
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