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Trabalhamos com bastante transparência, ética e confiabilidade, afirma Carisi Anne Polanczyk

Conselho de Normatizações e Diretrizes (ConDir) tem se destacado pela excelência no trabalho de orientação da construção das diretrizes

médicas da SBC

Criado em 2006, o Conselho de Normatizações e Diretrizes (ConDir), órgão interno da Sociedade Brasileira de Cardiologia cuja atuação é oferecer parâmetros técnicos científicos e éticos que possibilitem a construção das diretrizes que guiarão a prática médica de inúmeros cardiologistas pelo país, continua mostrando sua força dentro da SBC. Recentemente, a publicação da Diretriz de Miocardites (2022) e de Insuficiência Cardíaca (2021) receberam elogios dos pares. Este conselho é composto por cinco membros de diferentes regiões do país, sendo eles Carisi Anne Polanczyk (RS), Humberto Graner Moreira (GO), Mário de Seixas Rocha (BA), José Airton de Arruda (ES) e Pedro Gabriel Melo de Barros e Silva (SP).

O trabalho desta equipe se dá com muito respeito às normas internacionais e àquilo que se tem de mais seguro em relação à ciência. “Nossa ação tem como objetivo orientar com bastante transparência, ética e confiabilidade o que seriam as principais recomendações da prática médica”, explica a médica Carisi Anne Polanczyk, coordenadora do ConDir entre o biênio de 2022 a 2024.

Ainda, a médica diz que “buscamos sempre trabalhar com aquilo que é consensual e acordado com a maioria, pois dentro da ciência sempre haverá pontos divergentes, desta forma, orientamos a construção das diretrizes para aquilo que é mais seguro, com sólidas evidências científicas e de comum acordo entre os especialistas e autores”.

Este órgão não revisa somente as diretrizes, mas também os demais posicionamentos científicos da Sociedade Brasileira de Cardiologia, a exemplo do recente “Posicionamento sobre a saúde cardiovascular da mulher” (2022), apresentado no Congresso Mundial/ Brasileiro de Cardiologia, que ocorreu neste ano na cidade do Rio de Janeiro.

“Este posicionamento não é exatamente uma Diretriz, mas um importante trabalho de posicionamento científico e político, se podemos dizer desta forma, que visa chamar a atenção dos médicos e sociedade para um olhar diferenciado e necessários em relação à saúde cardiovascular das mulheres”, explica a coordenadora.


Conheça mais sobre o ConDir:

https://diretrizes.cardiol.online/

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