Presidente da SBC e ministro da Saúde cumprem agenda com a Unifesp

Celso Amodeo e Marcelo Queiroga visitaram a Escola Paulista de Medicina e o Hospital Universitário São Paulo, onde conversaram, entre outros assuntos, sobre as dificuldades neste momento de enfrentamento da pandemia



O presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Celso Amodeo, e o ministro da Saúde do Brasil, Marcelo Queiroga, visitaram, no mês de maio, a Escola Paulista de Medicina (EPM) e o Hospital São Paulo, ligados à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde conversaram, entre outros assuntos, sobre as dificuldades neste momento de enfrentamento da pandemia.


“A SBC mantendo a sua atividade de educação médica continuada e trabalho para a melhoria da qualidade assistencial da cardiologia brasileira, esteve presente nesse ato, no intuito de fortalecer as necessidades básicas da Unifesp”, disse Amodeo.


O ministro da Saúde anunciou que pretende, junto à sua assessoria, buscar caminhos para que as necessidades sejam sanadas de forma emergencial, pois o hospital universitário é uma grande referência de atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), assim como tem papel fundamental na formação de novos profissionais em saúde, na pesquisa e na extensão universitária.


Segundo o professor e diretor da EPM, Manoel João Batista Castello Girão, existe grande dificuldade de renovação do parque de equipamentos do hospital inteiro, não somente de hemodinâmica, mas ultrassom, Dopler, ressonância, e tudo isso foi sinalizado para o ministro, que se comprometeu em colaborar, inicialmente, para a renovação da sala de hemodinâmica, essencial para o funcionamento do setor de cardiologia.


“Acho que o fato de o ministro da Saúde ser um médico com capacidade demonstrada, deixa a todos muito satisfeitos. Em poucas semanas é nítida a mudança de postura, particularmente no relacionamento com a academia e com a comunidade médico-científica do nosso país. Isso é muito perceptível, porque o grau de eficiência na interlocução com a classe é muito grande. Não poderia ter sido uma escolha melhor para este momento. Um médico com capacidade científica e política de articulação se fazia necessário e essencial para o cargo. Não é só a cardiologia que está contente, acredito que a comunidade médica esteja muito satisfeita e feliz”, destacou o professor sobre o ministro da Saúde.

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