Confira alguns destaques da Família de Revistas SBC

Listamos artigos que estão entre os mais acessados e comentados das publicações científicas da entidade


Entre os destaques da última edição da revista International Journal of Cardiovascular Sciences (IJCS), está o artigo “Cardiomiopatia da Doença de Chagas”, que ressalta que a doença é resultado de miocardite fibrosante focal de baixa intensidade, mas incessante, causada por T. cruzi. Cerca de 30% dos indivíduos infectados desenvolveram ao longo da vida a forma cardíaca crônica da doença de Chagas com manifestações clínicas multiformes, como morte súbita, sinais e sintomas de insuficiência cardíaca, eventos cardioembólicos, arritmias e sintomas angioides. A morte súbita e a progressão da insuficiência cardíaca são os mecanismos mais comuns de morte nessa condição. Leia na íntegra AQUI.


Na revista ABC Heart Failure & Cardiomyopathy (ABC HF), destaca-se o artigo “Sequenciamento do Tratamento Farmacológico da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida (ICFER): Abordagem Baseada em Perfis Clínicos”. O trabalho traz uma breve história do tratamento da insuficiência cardíaca, lembrando que a partir de 1987 inicia-se uma nova era com a publicação do primeiro ensaio clínico randomizado, que se preocupou em testar uma droga que teria a capacidade de inibir um eixo hormonal envolvido na causa, manutenção e incremento de risco da doença. Leia na íntegra AQUI.


Nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia (ABC Cardiol), foi publicado o artigo “Mortalidade por Insuficiência Cardíaca e Desenvolvimento Socioeconômico no Brasil entre 1980 e 2018”, que analisou a progressão temporal das taxas de mortalidade por IC por sexo e faixa etária no Brasil. Segundo o trabalho, a mortalidade por IC diminuiu no país após 2008, atingindo patamar semelhante ao final de 2018, e foi maior em homens em quase todos os períodos e faixas etárias, exceto aqueles com mais de 60 anos após 1995 na região Sul. As discussões e conclusões na íntegra podem ser acessadas AQUI.


Ainda na revista ABC Cardiol, encontra-se o artigo original que mostrou uma alta frequência de burnout entre as médicas brasileiras durante a pandemia da Covid-19. Perda salarial, falta de energia, sentimentos negativos e insatisfação com o trabalho foram alguns dos aspectos identificados na pesquisa. Mesmo assim, as médicas acreditavam que a espiritualidade lhes trazia conforto e segurança nos momentos difíceis. Leia a pesquisa “Mulheres Médicas: Burnout durante a Pandemia de COVID-19 no Brasil” na íntegra AQUI.

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