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SOCESP promoveu campanha e lançou e-book pela passagem do Dia Mundial do Diabetes







A Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP, cumprindo seu papel junto à população, lançou uma campanha, em 14 de novembro, pela passagem do Dia Mundial do Diabetes, com publicação de posts em mídias sociais, exibição de vídeos e podcasts, além de informações sobre o tema via site, para alertar sobre os riscos que o descontrole pode causar ao coração e à saúde de maneira geral. As ações estiveram centradas também em mostrar de que forma a alimentação pode ser uma aliada na prevenção. E, para isso, publicou um e-book gratuito, elaborado por nutricionistas do Departamento de Nutrição, que faz parte da série Diálogos com a Nutrição com base em Posicionamento sobre o Consumo de Gorduras e Saúde Cardiovascular (https://socesp.org.br/assets/arquivos/arquivos-site/5154c0db31a4ca0ea332bb35c4cb0c98.pdf).


Dez por cento da população adulta do mundo têm diabetes do tipo 2, que poderia ser evitada com alimentação saudável e prática regular de atividade física. No Brasil, são 15,7 milhões de pacientes com diabetes, tornando o país o sexto com maior incidência, atrás apenas de China, Índia, Paquistão, EUA e Indonésia e a previsão de chegarmos em 2.030 a 23,2 milhões. Entre aqueles que já têm a doença, apenas 25% mantêm valores de glicemia dentro das metas preconizadas, conforme constatado no Estudo Epidemiológico de Informações da Comunidade – EPICO, da SOCESP.


O EPICO analisou mais de nove mil pessoas de unidades básicas de saúde de 32 cidades paulistas. 95% dos diabéticos estão acometidos com o tipo 2 da doença, patologia mais reincidente em obesos acima dos 40 anos, quando não há dependência de insulina. “Os diabéticos têm até cinco vezes mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares na comparação com não diabéticos”, alerta a diretora da SOCESP, Maria Cristina Izar. As complicações cardiovasculares são responsáveis por 68% das mortes entre diabéticos acima de 65 anos. Infarto, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral e doença arterial obstrutiva periférica são as principais causas de óbito. “A conscientização sobre a doença, que é sorrateira, deve acontecer o mais breve possível”, recomenda a cardiologista.

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