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SBC segue orientações do Ministério da Saúde de enfretamento ao novo coronavírus

Atualizado: Abr 4





Ações da SBC estão voltadas à promoção da educação continuada e para que os profissionais na linha de frente de combate à Covid-19 tenham condições de trabalho e acesso a tratamento quando necessário

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) há 77 anos exerce protagonismo na cena da medicina brasileira, participando da elaboração de diretrizes sobre vários temas da especialidade, balizando à prática da atividade e a elaboração de políticas de saúde no Brasil. Essa ação, identifica-se com a política vigente no Ministério da Saúde, liderado pelo Ministro Luiz Henrique Mandetta, o qual tem sido uma voz em defesa da classe médica.


As ações da SBC coincidem com a política sanitária vigente, como o incentivo ao desenvolvimento da assistência na atenção primária, fundamental na prevenção de doenças cardiovasculares, responsáveis por mais de 30% das mortes todos os anos no Brasil; a eficiência da gestão da saúde; e a melhoria da qualidade na alocação de recursos. No entanto, tudo isso foi atropelado pela pandemia do novo coronavírus. É o momento para unirmos as forças para minorar as consequências para os brasileiros.


Para o presidente da SBC, Marcelo Queiroga, o ministro Mandetta, com sua equipe técnica, tem trabalhado com eficiência na condução do processo de combate à Covid-19, neste momento de emergência em saúde pública. “Primeiro, na recomendação de natureza epidemiológica, depois na organização da logística assistencial em apoio aos Estados e municípios para atenderem os pacientes acometidos pela infecção pelo novo coronavírus. A SBC tem interesse especial no assunto, pois são justamente os pacientes cardíacos que têm o maior risco de mortalidade com a Covid-19”, explica.


Neste sentido, a SBC vem atuado em duas frentes: na promoção de educação médica à distância de qualidade, com foco na melhor evidência e na inovação, destinada aos cardiologistas e aos médicos em geral. A defesa intransigente de condições de trabalho adequadas para os profissionais de saúde é, igualmente, prioritária, por exemplo: a disponibilidade de equipamentos de proteção individual (EPIs); testes para o diagnóstico da Covid-19; e, a alocação preferencial de vagas para internação, quando for o caso, notadamente em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Os profissionais de saúde quando adoecem no combate à pandemia ‘são verdadeiros ‘soldados feridos em guerra’ e são fundamentais no enfretamento à Covid-19”, destaque Queiroga.


São os médicos que fazem diagnósticos e encaminham os pacientes para internação. Também estão diretamente envolvidos em ações de gestão, de planejamento operacional, no campo da epidemiologia e na implementação de estratégias para enfrentar à pandemia da Covid-19.


A SBC sempre a disposição das autoridades sanitárias e da sociedade civil para juntos aperfeiçoar as estratégias seja na prevenção, no atendimento ou no tratamento dessa grave Pandemia.

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